A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN) tem como parte de seus propósitos a prevenção e o controle das deficiências nutricionais, entre as quais a anemia ferropriva. Tendo em vista sua alta incidência, especialmente entre crianças menores de dois anos e gestantes, tornou-se obrigatória, no Brasil, desde 2002, a fortificação das farinhas de trigo e milho, que são alimentos de baixo custo e de consumo frequente pela população. Nesse contexto, a fortificação de alimentos é uma ação política de segurança alimentar. Visando atender aos propósitos da PNAN e avaliar a política de fortificação, é necessário que, nos diversos níveis do sistema de saúde, seja contínuo o monitoramento:
Do consumo alimentar e da prevalência de anemia ferropriva nos grupos populacionais vulneráveis.
Dos teores de ferro e ácido fólico dos alimentos fortificados e do consumo desses alimentos pela população.
Do consumo dos alimentos fortificados e da prevalência da anemia ferropriva nos diferentes grupos populacionais.
Dos teores de ferro, vitamina C e ácido fólico dos alimentos fortificados e do consumo desses alimentos pela população.
Dos teores de ferro nos alimentos fortificados, do consumo desses alimentos e da prevalência da anemia ferropriva na população.
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