Um paciente de 62 anos idade compareceu ao consultório médico para obter uma segunda opinião especializada acerca de diagnóstico obtido de outro profissional. Apresentou um resultado de exame no qual constava PSA de 6,2 ng/mL e o de uma ressonância multiparamétrica da próstata, que indicava área PIRADS 4 no ápice E, sem sinais de acometimento capsular ou alterações linfonodais. O resultado de uma biópsia transretal de próstata mostrava Gleason 3+3 no terço médio direito (2 fragmentos acometidos) e 3+4 no ápice esquerdo (1 fragmento acometido), e menos de 50% de comprometimento tumoral em cada fragmento positivo.
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Considerando o caso clínico descrito e os aspectos a ele pertinentes, assinale a opção correta.
Segundo a nova classificação da International Society for Urological Pathology (ISUP), a amostra biopsiada pertence ao grupo 3.
O estadiamento do paciente, à luz dos resultados dos exames realizados, seria cT2c.
Caso o referido paciente tivesse sido submetido a uma prostatectomia radical e 3 meses depois da cirurgia, o resultado do PSA fosse 0,04 ng/mL, considerado indetectável, a conclusão seria a de que o paciente está completamente curado.
O PSA é um marcador de câncer específico.
Segundo a classificação de D’Amico e a da National Comprehensive Cancer Network, muito utilizadas na prática clínica, trata-se de tumor de baixo risco devido ao Gleason 3 predominante, PSA <10, até 3 fragmentos acometidos e menos de 50% de comprometimento tumoral em cada espécime avaliado.
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