Stainback e Stainback (1999) salientam que nas salas de aulas inclusivas a diversidade deve ser valorizada, propiciando, a todos os alunos, maiores oportunidades para a aprendizagem.
Sobre o ensino inclusivo, de acordo com as reflexões desses autores, é incorreto afirmar:
São componentes práticos e interdependentes do ensino inclusivo: a rede de apoio (componente organizacional), a aprendizagem cooperativa (componente do ensino) e a consulta cooperativa e o trabalho em equipe (componente do procedimento).
A simples aproximação entre os alunos da turma numa escola regular permite interações sociais de alto nível e maior desenvolvimento acadêmico de alunos com deficiência do que em ambientes segregados.
O estabelecimento de uma filosofia da escola e de um plano estratégico para a inclusão é considerado o primeiro passo para a implementação da reforma da escola, para um ensino inclusivo e eficaz.
Entre os benefícios para os professores do ensino inclusivo está a oportunidade de planejamento e condução da educação como parte de uma equipe, como também o aprimoramento de suas habilidades profissionais.
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