Quando Voltaire escreveu “Sobre a inoculação da varíola”, o significado primeiro da palavra inglesa “inoculate” ainda era o de enxertar, como no cultivo de maçãs, em que um talo de uma árvore é enxertado nas raízes de outra. Havia muitos métodos de inoculação, como a inalação de cascas de feridas secas e moídas ou a costura de um fio infectado na membrana entre o polegar e o indicador, mas na Inglaterra preferia-se fazer uma incisão ou aba na pele, na qual era colocado material infeccioso, como o corte na casca de uma árvore que recebe o talo jovem enxertado. Quando a palavra “inocular” foi usada pela primeira vez para descrever a variolação, tratava-se de uma metáfora para o enxerto de uma doença, que daria seu próprio fruto, no porta-enxerto do corpo.
BISS, Eula. Imunidade. São Paulo: Todavia, 2017, p. 58.
Com base na linguagem e na interpretação das estratégias utilizadas para elaboração do texto, depreende-se corretamente que nele predomina a
orientação sobre o processo de inoculação.
concepção filosófica de inoculação.
definição de enxertos mais versáteis.
comparação entre vegetais e animais.
descrição de métodos de inoculação.
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