Pesquisadores do Museu Nacional, que pegou fogo no dia 2 de setembro [de 2018], estimam que o trabalho de reconstrução de Luzia, o fóssil humano mais antigo das Américas, pode “renascer” já em 2020. A reconstituição de um dos itens mais preciosos da instituição bicentenária começará no segundo semestre de 2019. Não será uma tarefa simples: dividido em três etapas (diagnóstico, uma reconstituição virtual e, enfim, a remontagem física), o procedimento deverá levar cerca de um ano. Para o trabalho de reconstrução do fóssil daquela que é chamada de “a primeira brasileira”, será montado um laboratório. O investimento poderá chegar a R$ 3 milhões.
(https://oglobo.globo.com/rio/apos-incendio-no-museu-nacional-luziapode-renascer-em-2020-23324307. Acesso em 05/09/2019).
A importância de Luzia para os estudos da pré-história reside no fato de que o fóssil.
foi descoberto por cientistas asiáticos no século XIX.
refutou a tese de que o continente africano foi povoado originalmente por europeus.
auxiliou na análise arqueológica da região da Bahia.
tornou-se referência internacional para os estudos sobre a ocupação do continente americano.
confirmou a hipótese de que a morfologia craniana é igual entre todos os povos da chamada pré-história.
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