Os princípios de formação da imagem em Tomografia Computadorizada são semelhantes ao exame de Raio X, no qual a imagem é formada pela atenuação dos tecidos, com diferenças na absorção do feixe de radiação e dose de acordo com a densidade dos tecidos em estudo. Em relação à exposição à radiação durante o exame, em Imagenologia levamos em consideração a dose absorvida, a dose equivalente e a dose efetiva para cálculo de quantidade máxima de exposição dos pacientes à radiação ionizante. A dose de radiação pode ser otimizada procedendo da seguinte forma:
aplicar em protocolos de Tomografia Computadorizada de abdome sempre séries multifaces, independentemente da hipótese diagnóstica do caso.
ajustar o kV, pois ele determina a quantidade de fótons e influencia diretamente na dose de radiação emitida durante o exame tomográfico.
utilizar protocolos multifase e multisséries em exames de follow-up para acompanhar padrões de perfusão de lesões já conhecidas.
aumentar a mAs (miliampéres por segundo) sempre que possível, pois é o parâmetro responsável pela densidade, ou seja detalhes de partes moles, gerando maior nitidez e menor dose irradiada.
utilizar aplicações de controle automático de exposição e protocolos pediátricos em crianças, com os parâmetros de exposição ajustados para redução da dose, de acordo com a idade, a fim de reduzir a dose de acordo com as dimensões do paciente.
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