Os escravos começaram a chegar à América portuguesa ainda no século XVI, para trabalhar principalmente, nos engenhos de açúcar. A partir do século XVII o tráfico negreiro aumentou de modo considerável nas fazendas. O tratamento dispensado aos escravos era extremamente desumano. O jesuíta André João Antonil, em seu livro Cultura e Opulência do Brasil, publicado em 1711, escreveu que “os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho no Brasil”. Prossegue ele mais adiante: “costumam dizer que para o escravo são necessários três P, a saber: pau, pão e pano”, ou seja, para continuar trabalhando bastariam ao cativo castigos físicos, comida escassa e alguma roupa. Nessas condições, os escravos procuravam, de diversas maneiras, reagir ao cativeiro.
Considerando o contexto político-social da época, essa reação ao cativeiro revela:
I. alguns escravos quando escapavam da vigilância do feitor, reduziam seu ritmo de trabalho ou paralisavam a produção;
II. muitas mulheres grávidas, não querendo que seus filhos vivessem na escravidão, praticavam aborto;
III. a destruição das ferramentas, o incêncio das plantações etc;
IV. as tentativas de assassinato dos senhores e feitores;
V. as fuga, se tornaram tão frequentes que fizeram surgir a figura do capitão do mato, profissional treinado para capturar e devolver ao proprietário o escravo fugitivo.
Apenas I, IV e V.
Apenas III e IV.
Apenas II, III, IV e V.
Apenas I, II e III.
I, II, III, IV e V.
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