“O Taylorismo e o Fordismo foram sistemas de organização da produção do trabalho, voltados para as indústrias, pensados e implementados entre os finais do século XIX e meados do século XX na Europa e nos EUA. Para Giddens (2012), o Taylorismo, também chamado de “administração científica” do trabalho, projetava maximizar a produção industrial e separar o trabalho administrativo do trabalho de “chão de fábrica”; já o Fordismo, por sua vez, com técnicas como a segmentação das atividades numa linha de montagem e a supervisão no controle de qualidade buscava alta produtividade para atender mercados de grandes massas de consumidores. Contudo, esses sistemas, ao passar do tempo, conforme Giddens, foram analisados como de “baixa confiança” para os trabalhadores, pois a execução de tarefas isoladas e a vigilância constante acarretaram insatisfação, absenteísmo e conflitos nos ambientes de trabalho.”
GIDDENS, Anthony. “Capítulo 20 – Trabalho e Vida Econômica” In: GIDDENS, Anthony. Sociologia. 6ª ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
Partindo do exposto, assinale a afirmação verdadeira.
Ao orientar a retirada do trabalhador manual do conhecimento do processo de produção, o Taylorismo promoveu formações aos trabalhadores.
Cada trabalhador, separado em uma posição específica de uma linha de montagem, poderia controlar o ritmo de trabalho com autonomia.
O Fordismo, organizando o monitoramento dos trabalhadores através de supervisão contínua, estimulava produtividade e altas taxas de lucro.
O Taylorismo, determinado pela administração dos negócios em uma indústria, fazia a distinção entre o trabalho pensado e o executado.
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