O príncipe, portanto, não deve se incomodar com a reputação de cruel, se seu propósito é manter o povo unido e leal. De fato, com uns poucos exemplos duros poderá ser mais clemente do que outros que, por muita piedade, permitem os distúrbios que levem ao assassínio e ao roubo.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. São Paulo: Martin Claret, 2009.
No século XVI, Maquiavel escreveu O Príncipe, reflexão sobre a Monarquia e a função do governante. A manutenção da ordem social, segundo esse autor, baseava-se na
inércia do julgamento de crimes polêmicos.
bondade em relação ao comportamento dos mercenários.
compaixão quanto à condenação de transgressões religiosas.
neutralidade diante da condenação dos servos.
conveniência entre o poder tirânico e a moral do príncipe.
Analisar o papel da justiça como instituição na organização das sociedades.
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