o espelho do humano é, antes de mais nada, o olhar do semelhante. (l. 15)
No trecho, a expressão sublinhada enfatiza uma ideia, tal como se observa em:
A cultura contemporânea do narcisismo, ao remeter as pessoas a buscar continuamente o testemunho do espelho, (l. 13-14)
Além disso, dentre todas as partes do corpo, o rosto é a que faz apelo ao outro. (l. 20-21)
A parte que se comunica, expressa amor ou ódio e, sobretudo, demanda amor. (l. 21)
A paciente francesa, que agradeceu aos médicos a recomposição de uma face humana, ainda que não seja a “sua”, (l. 29-30)