
O carvão e o petróleo são as fontes de energia utilizadas pela sociedade moderna para sustentação de seu desenvolvimento. Entretanto, a queima desses combustíveis libera cerca de 20 bilhões de toneladas de CO2(g) na atmosfera anualmente. Parte desse CO2(g) é absorvida pelos oceanos e utilizada na fotossíntese. Mas atualmente são produzidos CO2(g) muito mais rapidamente do que ele tem sido absorvido. Durante milhares de anos, o CO2(g) permaneceu constante desde o último período glacial, que foi há 10 mil anos atrás, até, aproximadamente, o início da revolução industrial, há cerca de 300 anos.
O gráfico mostra a variação da concentração de CO2(g), em função do tempo, em ppm, — número de moléculas de CO2 por milhão de moléculas de ar (N2 e O2).
A partir da análise desse gráfico, é correto afirmar:
O acúmulo crescente de CO2(g) na atmosfera demonstra que a produção desse gás depende muito mais das ações antrópicas do que dos fenômenos naturais.
A concentração de CO2(g), no ano 2000, chegou a 5 moléculas por 100 moléculas de ar.
A concentração de CO2(g) cresceu, em 150 anos, menos de 25%.
A velocidade de emissão de CO2(g), nos últimos 50 anos, no gráfico, é muito menor que a dos primeiros 100 anos.
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