"O buraco da camada de ozônio é um fenômeno tipicamente Antártico. Atualmente os cientistas já sabem por que o buraco surge logo após o inverno austral. [...]. Os conhecidos perigos advindos do desequilíbrio, causado pelo homem, nos processos naturais de formação e de destruição do ozônio, têm provocado protestos e movimentos de alerta no mundo. A constante poluição atmosférica por substâncias químicas altamente eficazes em destruir o ozônio, como o cloro-flúor-carbono, usado em sprays, o gás fréon, empregado na indústria de refrigeração, e a liberação contínua de fumaça pelas aeronaves, em tráfego na alta atmosfera, têm sido apontadas com as principais causas responsáveis pela redução na quantidade normal de ozônio na atmosfera" (ALMEIDA, Hermes Alves de. Climatologia Aplicada à Geografia. Campina Grande: EDUEPB, 2016, p. 31-32).
Assinale a opção INCORRETA quanto às características do ozônio na atmosfera.
O ozônio se forma, quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem devido à radiação ultravioleta e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio. O O3 é uma variedade alotrópica do elemento oxigênio, porque, ao invés de dois átomos, contém três.
O ozônio é um constituinte atmosférico com característica peculiar. Sua presença na superfície é bastante reduzida, podendo aumentar nas proximidades de aglomerados industriais ou com a queima de combustíveis fósseis. Nestes casos, o ozônio é considerado um poluente, em virtude do seu poder oxidante, que pode causar grandes danos à vegetação e à saúde humana e animal.
O ozônio, embora seja encontrado em quase toda atmosfera, na parte mais alta (troposfera), a concentração é relativamente grande enquanto que, na estratosfera, alcança um máximo de 30 km.
O ozônio possui propriedades radiativas que o tornam um dos mais importantes gases da atmosfera terrestre. A importância se dá por ele absorver parte da radiação ultravioleta, impedindo assim que esta radiação letal chegue à superfície da Terra, o que provocaria a morte de organismos unicelulares (algas, bactérias, protozoários) e de células superficiais de plantas e animais.
Estudos da distribuição de ozônio na atmosfera revelam haver um equilíbrio entre os processos naturais de gênese e distribuição desse gás, porque a sua concentração média vem se mantendo quase constante e no nível conveniente aos seres vivos.
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