O ALUMÍNIO CONTIDO NAS VACINAS PROVOCA DOENÇAS GRAVES
Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente utilizadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B.
Uma patologia emergente, prejudicial, que não para de crescer – a miofascite macrofágica, possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri- Mondor de Créteil. Em agosto de 1998, o professor publicou na revista The Lancet, com vários colegas, um artigo sobre essa síndrome, relativamente frequente nos países desenvolvidos. Os pesquisadores, descobrindo constantemente inclusões cristalinas nos macrófagos, pensaram inicialmente na possibilidade de uma doença infecciosa. Depois, em outubro de 1998, a análise dessas inclusões revelou que eram constituídas por cristais de alumínio. Há cerca de vinte anos, quando já se conhecia a toxicidade do alumínio, os pesquisadores do laboratório Pasteur Mérieux tinham desenvolvido um adjuvante à base de fosfato de cálcio. Entretanto, quando o laboratório Mérieux comprou a Pasteur Vaccins, as vacinas à base de fosfato de cálcio foram engavetadas.
Disponível em: http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/grip e_suina/gripesuina5.html. Acesso em: 11 de agosto de 2014.
Das substâncias citadas no texto, aquela que causa efeito colateral e aquela que não causa efeito colateral apresentam, respectivamente, as fórmulas químicas