Nos anos 20, a fim de compreender a natureza do DNA a partir de sua densidade, cientistas realizaram experimentos com a bactéria E. coli. Para tal, formaram quatro lotes experimentais, com as seguintes especificações:
• Tubo I: formado por bactérias mantidas em meio de cultura com o isótopo radioativo 15N, o qual marcou o DNA dessas bactérias.
• Tubo II: formado por bactérias extraídas do tubo I, transferidas para um novo meio de cultura, sem isótopo radioativo (apenas átomos do isótopo leve 14N).
• Tubo III: formado por bactérias extraídas do tubo II, transferidas para um novo meio de cultura, sem isótopo radioativo (apenas átomos do isótopo leve 14N).
• Tubo IV: formado por bactérias extraídas do tubo III, transferidas para um novo meio de cultura, sem isótopo radioativo (apenas átomos do isótopo leve 14N).

As bactérias dos quatro tubos experimentais tiveram seus respectivos DNA centrifugados. A densidade de cada DNA pode ser identificada a partir da posição relativa assumida no tubo de centrifugação: moléculas mais densas (com maiores quantidades de 15N) ficaram mais ao fundo do tubo, enquanto moléculas menos densas (com menores quantidades de 14N) ficaram mais próximas da superfície do tubo. Os resultados estão expressos no esquema.
A alteração da densidade do DNA, a cada novo tubo montado, deve-se
à instabilidade do isótopo 15N, reduzindo sua meia-vida.
à saturação do DNA para incorporar mais moléculas de 15N.
à transcrição do DNA, formando moléculas menos densas.
à perda de material genético a cada nova transferência.
à duplicação semiconservativa do DNA.
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