Leia os seguintes trechos do poema Vozes d´ África, escrito por Castro Alves em 1868, e assinale a alternativa que os interpreta corretamente.
Deus! Ó Deus! Onde estás que não respondes?
(...)
Há dois mil anos te mandei meu grito,
Que embalde desde então corre o infinito...
(...)
Hoje em meu sangue a América se nutre
– Condor que transformara-se em abutre,
Ave da escravidão
(...)
Basta, Senhor! De teu potente braço
Role através dos astros e do espaço
Perdão p´ra os crimes meus! ...
Há dois mil anos... eu soluço um grito...
(...)
O poeta procura convencer a Igreja católica e os cristãos brasileiros dos malefícios econômicos da escravidão.
Castro Alves defendeu os postulados da filosofia positivista e da literatura realista, justificando a escravidão.
O continente americano figura no poema como a pátria da liberdade e da felicidade do povo africano.
Abolicionista, Castro Alves leu em praça pública do Rio de Janeiro o poema Vozes d´ África para comemorar a Lei Áurea.
Castro Alves incorpora no poema o mito bíblico da danação do povo africano, cumprido através de milênios pela maldição da escravidão.
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