Leia o fragmento a seguir.
Eu era ainda muito criança, mas sabia uma infinidade de coisas que os adultos ignoravam. [...]
VEIGA, José J. Fronteira. In: Melhores contos J. J. Veiga. Seleção de J. Aderaldo Castello. 4. ed. São Paulo: Global, 2000. p. 37.
No conto “Fronteira”, há a inversão dos papéis comumente atribuídos ao adulto e à criança. Nessa inversão, a imagem da criança é construída por meio da
metáfora de um saber excepcional, manifesto no poder de ajudar os adultos a realizar suas travessias.
alegoria de um anjo guardião das passagens secretas, conhecidas apenas pelos iniciados nos mistérios da magia.
paráfrase do mito dos profetas messiânicos, que conduzem os viajantes por espaços insólitos.
hipérbole da capacidade imaginativa na infância, que transforma estradas comuns em travessias perigosas.
estilização das parábolas bíblicas, explícita nos ensinamentos adquiridos ao longo da existência.
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