Falavam em fuzilamentos, em gente que era embarcada nos aviões militares e atirada em alto-mar. Havia muita confusão. Sempre que há mudança violenta de poder, a regra dos entendidos é sumir, evaporar-se, não se expor, nos primeiros momentos da rebordosa, um sargento qualquer pode decidir sobre um fuzilamento. Depois as coisas se organizam, até mesmo a violência é estruturada, até mesmo o arbítrio. Mas quem, no meio tempo, foi fuzilado, fuzilado fica.
CONY, C. H. Quase memória. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.
A narrativa refere-se ao seguinte aspecto da segurança nacional durante a Ditadura Militar:
Institucionalização da repressão como política estatal.
Normatização da censura como mecanismo de controle.
Legitimação da propaganda como estratégia psicossocial.
Validação do conformismo como salvaguarda do consenso.
Ordenação do bipartidarismo como prerrogativa institucional.
Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou rupturas em processos de disputa pelo poder.
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