Em muitos animais, machos e fêmeas da mesma espécie apresentam diferenças morfológicas ou comportamentais evidentes. Um exemplo clássico de dimorfismo sexual é o caso do pavão, em que o macho possui cauda vistosa e penas coloridas, as quais estão ausentes nas fêmeas. Em outras espécies, os machos possuem chifres, garras ou dentes maiores do que as fêmeas, e utilizam essas estruturas em combates físicos para defender territórios e ter acesso a fêmeas coespecíficas e receptivas.
Esse padrão de dimorfismo evolui porque
desenvolve-se no processo direcional de deriva genética.
as fêmeas sofrem menor pressão seletiva total do ambiente.
machos e fêmeas coespecíficos são fenotipicamente distintos.
a seleção sexual favorece o sucesso reprodutivo individual de machos dimórficos.
o material genético de machos dimórficos é mais susceptível a mutações gênicas.
Compreender o papel da evolução na produção de padrões, processos biológicos ou na organização taxonômica dos seres vivos.
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