“Em 1933,a pintora Tarsila do Amaral, um dos expoentes do modernismo nacional, concluiu sua tela “Operários”, na qual retrata a enorme diversidade étnica dos brasileiros que chegavam aos magotes para trabalhar nas fábricas de São Paulo. Hoje, mais de oito décadas depois, a tela de Tarsila poderia trazer alguns brasileiros humildes usando um chapéu de formatura, para simbolizar que até filhos de operários, em certos casos, podem concluir um curso universitário.
O avanço das cotas – A tela de Tarsila do Amaral (à esquerda) e a intervenção de Veja, com os chapéus de formatura: a universidade, pelo menos, abriu as portas.” ( Veja, 16/ 08/ 2017)
Sobre a ação da revista sobre a tela de Tarsila, é verdadeiro dizer-se que:
Ao intervir sobre a obra, Veja subverte, de forma negativa, o discurso da autora e sua maneira de ler o mundo.
A revista constrói sobre a obra uma evolução do discurso da autora: operários podem realizar ascensão social e econômica por meio da educação.
Veja se apropria da criação artística de Tarsila, construindo um plágio da tela “Operários”.
A revista comete um equívoco, uma vez que não é admissível a ocorrência de intertextualidade na pintura.
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