Em 1771, ainda nos primórdios da Revolução Industrial e do seu apetite voraz por combustíveis fósseis, um clérigo inglês identificou as etapas iniciais do ciclo natural do carbono. Em uma série de engenhosos experimentos, Joseph Priestley constatou que o fogo e a respiração dos animais “maculavam” o ar em um jarro selado, tornando-o insalubre. Mas ele também descobriu que um ramo viçoso de hortelã era capaz de restaurar a saúde do ar.
(AMABIS; MARTHO, 2009, p. 283).
Uma interpretação correta do experimento de Priestley permite afirmar:
A maculação do ar no “jarro selado” decorre da presença de CO2 eliminado pela respiração do animal.
Os resultados obtidos revelam o único mecanismo que promove a ciclagem do carbono nos ecossistemas.
O desenho experimental em si — um sistema fechado —, é uma representação fiel da dinâmica da biosfera.
A saúde do ar é restaurada em consequência do processo de evapotranspiração das folhas de hortelã.
A retirada do animal do interior do recipiente esgotaria rapidamente o suprimento de CO2, comprometendo a vida da planta.
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