El robo
Para los niños
anchos espacios tiene el día
y las horas
son calles despejadas
abiertas avenidas.
A nosotros, se estrecha
el tiempo de tal modo
que todo está apretado y oprimido.
Se atropellan los tiempos
Casi no da otro lugar un día a otro.
No bien ha amanecido
cae la luz a pique
en veloz mediodía
y apenas la contemplas
huye en atardeceres
hacia pozos de sombra.
Dice una voz:
entre vueltas y vueltas
se me fue el día.
Algún ladrón
oculto roba mi vida.
MAIA, C . Obra poética. Montevidéu. Rebecalinke, 2010.
O poema "El robo", de Circe Maia, poetisa uruguaia contemporânea, trata do(a)
problema do abandono de crianças nas ruas.
excesso de trabalho na sociedade atual.
angústia provocada pela fugacidade.
violência nos grandes centros urbanos.
repressão dos sentimentos e da liberdade.
Utilizar os conhecimentos da LEM e de seus mecanismos como meio de ampliar as possibilidades de acesso a informações, tecnologias e culturas.
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