A freada do dragão
Na manhã de segunda-feira, 31 de agosto de 2015, sem nenhuma causa específica evidente, as ações chinesas entraram em parafuso. No fim do dia, a Bolsa de Xangai despencou 8,5%. A queda repercutiu em todo o mundo. Na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, o princípio de pânico desencadeou um movimento de manada na venda apressada de ações. Há algumas semanas, os sinais de uma freada mais acentuada do que o previsto na economia vinham causando oscilações intensas no mercado financeiro chinês.
SAKATE, Marcelo. A China assusta. Veja. São Paulo: Abril, e. 2441, a.48, n.35, 2 set. 2015, p.62–67. Adaptado.
Considerando-se as informações do texto, o gráfico e os conhecimentos sobre a economia chinesa e o mercado mundial, pode-se afirmar:
A valorização da moeda chinesa e a falta de transparência na divulgação de informações sobre a economia indicam que a China vive uma crise sem precedência.
A importância da China pode ser explicada pela sua economia já que é a maior investidora em pesquisa e desenvolvimento.
O alto poder aquisitivo da população, tanto urbana quanto rural, e o grande mercado interno explicam por que a China é a locomotiva da economia mundial.
Os limitados recursos naturais e o aumento nos preços das commodities no mercado internacional explicam a atual crise no sistema financeiro.
A insegurança sobre a situação da economia chinesa potencializa as incertezas tanto dos investidores quanto do mundo das finanças, já que significa risco e volatilidade.
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