A fim de medir a temperatura, a umidade, a pressão, a velocidade e a direção dos ventos na atmosfera superior, uma equipe de pesquisas utilizou um balão meteorológico. Depois de algumas horas, os pesquisadores Pedro e Rafael, distantes 4 km um do outro, avistaram o balão. Pedro avistou o balão segundo um ângulo de elevação de 30°, e Rafael avistou o balão segundo um ângulo de elevação de 60°. Ambos estimaram que o balão, naquele instante, estava a uma altura entre 1,5 km e 2 km. Para essa conclusão, eles usaram as informações de que dispunham naquele instante e seus conhecimentos de geometria, de modo a representar a situação em que cada um deles estivesse posicionado em um dos vértices da base de um triângulo e o balão meteorológico estivesse no vértice oposto, conforme a figura a seguir.

Para estimar a altura do balão, os pesquisadores utilizaram, na representação da situação, um triângulo
retângulo, porque o conhecimento da base e dos ângulos de elevação permite calcular a altura.
retângulo, porque o conhecimento dos ângulos de elevação é suficiente para o cálculo da altura.
equilátero, porque o conhecimento do comprimento da base é suficiente para o cálculo da altura.
equilátero, uma vez que a altura pode ser calculada por ser proporcional ao comprimento dos lados.
retângulo e isósceles, uma vez que a altura pode ser calculada por ser proporcional ao comprimento dos catetos.
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