A clatrina é uma proteína, formada por três eixos, que desempenha um importante papel no processo de formação de vesículas membranares no interior das células eucariontes, as quais são responsáveis pelo transporte de material proveniente da membrana plasmática.
A endocitose destas vesículas tem grande importância para a fisiologia celular, pois permite a comunicação das células, a transferência de nutrientes, e a adição e remoção de proteínas de superfície celular para o controle de vias metabólicas.
Além disso, alguns vírus e bactérias patogênicas conseguem entrar nas suas células-alvo, utilizando a maquinaria endocítica dependente de clatrina, com a produção de moléculas de superfície que imitam os receptores celulares do hospedeiro.

Estrutura do triqueto (três eixos) da clatrina, e local de atuação destas proteínas apontado nas setas.
Como consequência da atividade aumentada de endocitose, mediada pela clatrina, uma célula apresentaria:
a redução da virulência de um micro-organismo.
o aumento da sensibilidade a ligantes externos, que utilizam receptores acoplados à proteína G, quando o receptor é internalizado na célula.
a redução do transporte de proteínas para os lisossomos.
a menor captação de um neurotransmissor pelo neurônio pós-sináptico.
a inibição da cascata de sinalização intracelular, devido à internalização do receptor de um hormônio como a auxina.
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