A biopolítica, termo conceitual de Michel Foucault, tem como objeto a população como um problema a um só tempo científico e político ou, de outro modo, como um problema biológico e problema de poder. A Biopolítica ou biopoder trata dos problemas que surgem com as coletividades e prescinde dos dados e cálculos macrossociais para previsões, estimativas estatísticas e medidas globais. Esse é um tipo de poder que para Foucault tem seu foco nas condições que promovem uma métrica biológica do corpo coletivo para o controle do Estado. É o poder de controle que se exerce sobre as populações dos Estados modernos através de levantamentos, por exemplo, das taxas de morbidade infantil, do aumento da expectativa de vida, do rastreamento das epidemias e das estatísticas sobre a ocorrência de doenças e acidentes laborais, dentre outros.
Considerando o exposto, é correto afirmar que a biopolítica
trata de disciplinar o corpo do indivíduo, em sua particularidade, mediante diversos mecanismos de vigilância.
se importa apenas com a aleatoriedade dos acontecimentos, dos quais não consegue ter controle em uma sociedade.
extrai seu saber e define o campo de intervenção de seu poder por meio das taxas verificadas, das médias gerais e de dados coletivos.
tem como principal intenção impor aos membros de uma sociedade uma série de modos de agir pela saúde corporal.
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